COTIDIANO"O comandante da Companhia de Policiamento Rodsoviário Estadual (CPRV), tenente- coronel Werisleik Pontes, disse no Jornal Alerta Geral de hoje (Rede SomZoom Sat) que estatisticas apresentadas pelo Instituto José Frota (IJF) que apontam a diminuição do número de vítimas de acidentes de veículos em Fortaleza e aumento no Interior não servem como parâmetro geral para avaliar a eficiência da Lei Seca no Ceará.Werisleik usou dados registrados nas estradas estaduais para defender que a fiscalização do órgão estadual está eficiente. Segundo ele, entre os dias 20 e 30 de junho do ano pasado foram registrados 75 acidentes nas estradas estaduais. No mesmo períoso deste ano foram registrados 67 acidentes, redução de 10%.Os dados apresentados pelo superintendente do IJF, Wandemberg dos Santos, apontam para uma redução de 19,86% no número de vítimas atendidas provenientes da Capital. Mas, em relação aos pacientes vindos de outros municípios, houve processo inverso: um aumento de 19,1% no número de acidentados no trânsito. Esse dado contribuiu para que, em termos globais, a redução do atendimento das vítimas de trânsito no IJF fosse de 5,5%.O coronel Werisleik Pontes apontou dados que atestam, segundo a CPRV, a eficiência da fiscalização da Lei Seca nas estradas estaduais com a redução de mortes."Fonte:Texto reproduzido do Portal Ceará Agora
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terça-feira, 5 de agosto de 2008
Cai em 5,5% atendimento de vítimas de violência no trânsito no IJF
COTIDIANO"No primeiro mês da Lei Seca, de 20 de junho a 19 de julho, o Instituto Dr. José Frota (IJF) registrou uma queda de 19,86% de pacientes atendidos vítimas de violência no trânsito em Fortaleza. Já o atendimento dos pacientes oriundos do interior teve um aumento de 19,1%. Em números gerais, o atendimento de vítimas de violência no trânsito teve uma redução de 5,5%.A comparação foi em relação ao período de 20 de maio e 19 de junho. A maior redução no número de vítimas em Fortaleza foi em relação a abalromanento que teve redução de 26,9% neste período. O número de acidentes de moto caiu 18,8% e de atropelamentos 17,6%. Os capotamentos e a queda de carro em movimento se mantiveram iguais.No interior o maior aumento foi de capotamento, 220%, seguido pelos acidentes de moto que cresceram 31,1% e os atropelamentos, 17%. Houve redução apenas no número de abalroamentos que caiu 3,6% e de queda de carro em movimento, 25%. LEI SECA - Nestes primeiros dias da nova lei, 36 motoristas foram autuados dirigindo sob o efeito do álcool em Fortaleza. Deste total, 22 pessoas foram autuadas porque se recusaram a fazer o teste do etilômetro, que mede a quantidade de álcool no sangue, 10 infrações foram registradas com motoristas que apresentavam índice de teor de alcoólico inferior a 0,30 mg/l e quatro foram detidos por apresentarem teor igual ou acima de 0,30 mg/l. Os dados são da Autarquia Municipal de Trânsito, Serviços Públicos e Cidadania de Fortaleza (AMC) e foram registrados no período de 20 de junho a 3 de agosto.As informações foram dadas na manhã desta segunda-feira (04) durante coletiva do IJF e AMC.Pela primeira vez em quatro anos, a Polícia Rodoviária Federal registrou o menor número de mortes em rodovias federais durante o mês de julho, período de férias escolares. A quantidade de mortos em todo o País caiu 14,5% em relação à mesma época de 2007. Nos 31 dias do mês, foram registrados 10.500 acidentes, com 530 mortos e 6.005 feridos. No ano anterior, foram contabilizados 10.531 acidentes, 620 mortos e 6.433 feridos.No Ceará, o último balanço da PRF de 20 de junho a 20 de julho aponta uma redução de 17% no número de acidentes e de 24% no número de mortes nas estradas federais."Fonte:Texto reproduzido do site do Jornal O Povo
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Captação
"E o Instituto Doutor José Frota (IJF), a maior urgência e emergência do Ceará, comemora: registrou o maior número de captações de córnea para transplantes desde o início do ano no Estado. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, foram 39 abordagens positivas para o procedimento no período de 22 de junho a 17 de julho. Além da doação de córnea, as captações de coração, fígado e rim contribuiram para fazer o IJF o maior centro doador de órgãos e tecidos do Ceará.Só nesse ano, o hospital foi responsável por 103 das 206 captações de córnea no Estado (50%); 14 das 16 de coração (87,5%); 20 das 31 de fígado (64,5%) e 28 das 44 de rim (63,6%), captadas de doador falecido.O IJF capta órgãos e tecidos para serem transplantados pelo Hospital Geral de Fortaleza, Hospital Universitário Walter Cantídio, Hospital de Messejana e Banco de Olhos."Fonte:Texto reproduzido do Blog Eliomar de Lima
terça-feira, 29 de julho de 2008
Pesquisa
COTIDIANO"Cerca de 220 estudantes de medicina, das cinco regiões brasileiras, coordenados pelo Centro de Prevenção às Dependências, deverão realizar, durante a primeira semana de setembro - após quase três meses da implementação da Lei 11.705 - uma pesquisa, que tem como objetivo avaliar os impactos da nova legislação sobre diversos setores da sociedade.Segundo a coordenadora do Centro, Ana Glória Melcop, de posse de questionários pré-elaborados, eles farão visitas aos Institutos de Medicina Legal (IMLs) e às grandes emergências de cinco capitais - Fortaleza, Manaus, São Paulo, Curitiba e Recife -, além de Brasília."Fonte:Texto reproduzido do Portal Ceará Agora
atendimento
COTIDIANO"A Prefeitura de Fortaleza, através do Instituto Dr. José Frota (IJF), realizou 779 atendimentos no fim de semana compreendido de sexta-feira (25), às 19h, até segunda-feira (28), às 7h. Foram 102 tratamentos clínicos e 59 casos envolvendo acidentes com moto.O hospital recebeu ainda 41 pessoas vítimas de agressão física, 16 abalroamentos, 19 atropelamentos, 14 quedas de bicicleta, 54 quedas da própria altura, 5 casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e 25 casos de queimaduras. Foram 11 pacientes envolvidos em acidentes na prática de esportes ou ambiente esportivo, 12 acidentes de trabalho, 6 acidentes com animais, 15 lesões por arma branca e 13 por arma de fogo."Fonte:Texto reproduzido do Site da Prefeitura de Fortaleza
terça-feira, 22 de julho de 2008
Lei Seca: IJF deve economizar R$ 5 milhões em 2008
MENOS ATENDIMENTOS
Lei Seca: IJF deve economizar R$ 5 milhões em 2008
Yanna Guimarães
da Redação
Depois de um mês em vigor, os primeiros números do impacto da Lei Seca começam a ser divulgados. No IJF, uma redução de 26% na quantidade de atendimentos a vítimas de acidentes de motos, 13% de atropelamentos e 12% de colisões. Nas estradas, 24% menos mortes e 17% menos acidentes
22/07/2008 00:28
A expectativa, no IJF, é de que com a Lei Seca haja uma diminuição na superlotação do hospital - com menos pacientes sendo atendidos nos corredores(Foto: BANCO DE DADOS) Os primeiros resultados da Lei Seca (lei federal nº 11.705) começam a aparecer. Os dados de atendimento do Instituto José Frota (IJF) mostram que houve uma diminuição sensível da quantidade de pessoas envolvidas em acidentes de trânsito. No primeiro mês da vigência da lei, houve uma redução de 26% na quantidade de atendimentos a vítimas de acidentes de motos, 13% de atropelamentos e 12% de colisões. Se a comparação for entre o último fim de semana antes de a lei entrar em vigor e o fim de semana passado, essa redução passa para 45%, 56% e 28%, respectivamente. Se essa redução continuar, a expectativa é que haja uma economia de R$ 5 milhões até o fim do ano.
De acordo com dados do IJF, comparando o fim de semana anterior à vigência da Lei Seca (13 a 16 de junho) e o último fim de semana (18 a 21 de julho), foram 66 atendimentos a menos. Comparando o período de vigência da lei seca (20/6/2008 a 21/7/2008) em relação ao mesmo período do ano passado (20/6/2007 a 21/7/2007), foram 207 atendimentos a menos.
Wandemberg Rodrigues, superintendente do IJF, explica que essa economia está relacionada a não necessidade de usar esse recurso na recuperação dos acidentados, pois além de a quantidade de vítimas ter diminuído, a gravidade dos casos também está menor. Desta forma, o dinheiro que seria gasto com os acidentes pode ser investido em outras áreas da saúde. "Se a gente manter esse patamar, economizaríamos em torno de R$ 20 milhões por ano. Mas a nossa meta é conseguir chegar a uma redução de 85%, que é a quantidade de acidentes relacionados ao álcool". O hospital tem um gasto anual de R$ 40,5 milhões só com acidentes de trânsito.
A freqüência da superlotação do hospital, causada principalmente pelos casos que ocorrem no fim de semana, também deve diminuir. "Logo, logo, vamos começar a observar a redução de pacientes nos corredores, outro benefício que virá com a lei", destaca Wandemberg. Para ele, essa lei veio em um bom momento. "Poderia ter vindo antes, mas ela está mudando muita coisa. Pessoas estão deixando de morrer, deixando de ser mutiladas. Ela tem uma importância social muito grande e promete uma perspectiva futura melhor". O médico destaca ainda que é fundamental que a fiscalização não esfrie. "Quem é contra a lei, é contra a cidadania. É defender um interesse pessoal contra um interesse coletivo", completa.
Acidentes
Outra prova de que a lei está funcionando é a diminuição na quantidade de acidentes nas rodovias. Conforme os dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF), de 20 de junho a 20 de julho de 2007, foram 219 acidentes e 21 mortes. No mesmo período deste ano, dias de vigência da lei, o número de acidentes caiu 17% e o número de mortes, 24%. Foram 183 acidentes e 16 mortes. "Houve uma redução em todos os números, isso geralmente não acontece. Quando realizamos alguma operação especial, conseguimos reduzir o número de mortes, não o de acidentes, pois a quantidade de carros não pára de crescer. Isso é reflexo direto da lei", afirma o inspetor Darlan Antares, chefe do núcleo de comunicação social da PRF.
E-MAIS
Para Wandemberg Rodrigues, superintendente do IJF, um copo de cerveja realmente faz diferença. "As pessoas em condições normais têm teor zero de álcool no organismo. Ninguém nasce com álcool no sangue. Ele é um estimulante, deixa a pessoa mais agressiva, mais afoita. Os reflexos são afetados".
Ele afirma que, se a pessoa é contra a lei, está sendo contra a cidadadia, contra a capacidade de preservar a vida. "Acho absurdo. E com a lei cria-se novas ocupações, novas vinculações sociais".
De acordo com o inspetor Darlan Antares, da Polícia Rodoviária Federal, a fiscalização no Interior ainda está muito tímida. "Temos apenas um bafômetro em cada delegacia, mas o trabalho vai ser intensificado". Ele afirma que amanhã, os policiais em greve devem se reunir e acabar o movimento. "Então, as blitze terão mais intensidade".
FONTE: JORNAL O POVO
Lei Seca: IJF deve economizar R$ 5 milhões em 2008
Yanna Guimarães
da Redação
Depois de um mês em vigor, os primeiros números do impacto da Lei Seca começam a ser divulgados. No IJF, uma redução de 26% na quantidade de atendimentos a vítimas de acidentes de motos, 13% de atropelamentos e 12% de colisões. Nas estradas, 24% menos mortes e 17% menos acidentes
22/07/2008 00:28
A expectativa, no IJF, é de que com a Lei Seca haja uma diminuição na superlotação do hospital - com menos pacientes sendo atendidos nos corredores(Foto: BANCO DE DADOS) Os primeiros resultados da Lei Seca (lei federal nº 11.705) começam a aparecer. Os dados de atendimento do Instituto José Frota (IJF) mostram que houve uma diminuição sensível da quantidade de pessoas envolvidas em acidentes de trânsito. No primeiro mês da vigência da lei, houve uma redução de 26% na quantidade de atendimentos a vítimas de acidentes de motos, 13% de atropelamentos e 12% de colisões. Se a comparação for entre o último fim de semana antes de a lei entrar em vigor e o fim de semana passado, essa redução passa para 45%, 56% e 28%, respectivamente. Se essa redução continuar, a expectativa é que haja uma economia de R$ 5 milhões até o fim do ano.
De acordo com dados do IJF, comparando o fim de semana anterior à vigência da Lei Seca (13 a 16 de junho) e o último fim de semana (18 a 21 de julho), foram 66 atendimentos a menos. Comparando o período de vigência da lei seca (20/6/2008 a 21/7/2008) em relação ao mesmo período do ano passado (20/6/2007 a 21/7/2007), foram 207 atendimentos a menos.
Wandemberg Rodrigues, superintendente do IJF, explica que essa economia está relacionada a não necessidade de usar esse recurso na recuperação dos acidentados, pois além de a quantidade de vítimas ter diminuído, a gravidade dos casos também está menor. Desta forma, o dinheiro que seria gasto com os acidentes pode ser investido em outras áreas da saúde. "Se a gente manter esse patamar, economizaríamos em torno de R$ 20 milhões por ano. Mas a nossa meta é conseguir chegar a uma redução de 85%, que é a quantidade de acidentes relacionados ao álcool". O hospital tem um gasto anual de R$ 40,5 milhões só com acidentes de trânsito.
A freqüência da superlotação do hospital, causada principalmente pelos casos que ocorrem no fim de semana, também deve diminuir. "Logo, logo, vamos começar a observar a redução de pacientes nos corredores, outro benefício que virá com a lei", destaca Wandemberg. Para ele, essa lei veio em um bom momento. "Poderia ter vindo antes, mas ela está mudando muita coisa. Pessoas estão deixando de morrer, deixando de ser mutiladas. Ela tem uma importância social muito grande e promete uma perspectiva futura melhor". O médico destaca ainda que é fundamental que a fiscalização não esfrie. "Quem é contra a lei, é contra a cidadania. É defender um interesse pessoal contra um interesse coletivo", completa.
Acidentes
Outra prova de que a lei está funcionando é a diminuição na quantidade de acidentes nas rodovias. Conforme os dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF), de 20 de junho a 20 de julho de 2007, foram 219 acidentes e 21 mortes. No mesmo período deste ano, dias de vigência da lei, o número de acidentes caiu 17% e o número de mortes, 24%. Foram 183 acidentes e 16 mortes. "Houve uma redução em todos os números, isso geralmente não acontece. Quando realizamos alguma operação especial, conseguimos reduzir o número de mortes, não o de acidentes, pois a quantidade de carros não pára de crescer. Isso é reflexo direto da lei", afirma o inspetor Darlan Antares, chefe do núcleo de comunicação social da PRF.
E-MAIS
Para Wandemberg Rodrigues, superintendente do IJF, um copo de cerveja realmente faz diferença. "As pessoas em condições normais têm teor zero de álcool no organismo. Ninguém nasce com álcool no sangue. Ele é um estimulante, deixa a pessoa mais agressiva, mais afoita. Os reflexos são afetados".
Ele afirma que, se a pessoa é contra a lei, está sendo contra a cidadadia, contra a capacidade de preservar a vida. "Acho absurdo. E com a lei cria-se novas ocupações, novas vinculações sociais".
De acordo com o inspetor Darlan Antares, da Polícia Rodoviária Federal, a fiscalização no Interior ainda está muito tímida. "Temos apenas um bafômetro em cada delegacia, mas o trabalho vai ser intensificado". Ele afirma que amanhã, os policiais em greve devem se reunir e acabar o movimento. "Então, as blitze terão mais intensidade".
FONTE: JORNAL O POVO
segunda-feira, 21 de julho de 2008
MINISTÉRIO DA SAÚDE LANÇA CAMPANHA PARA AMPLIAR DOAÇÃO DE SANGUE NO PAÍS
MINISTÉRIO DA SAÚDE LANÇA CAMPANHA PARA AMPLIAR DOAÇÃO DE SANGUE NO PAÍS
"Com o slogan “Ajudar está no sangue”, o Ministério da Saúde lançou, neste domingo, uma campanha para ampliar e tornar freqüente a doação de sangue no país.Segundo dados do ministério, no Brasil, apenas 1,8% da população adulta faz doações regulares de sangue, quando o ideal, conforme estabelecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS), é que de 3 a 5% da população de cada país seja doadora.Para divulgar a campanha, o Ministério da Saúde vai veicular filmes na televisão e nos cinemas e também spots em rádios das capitais e do interior dos estados. Também serão distribuídos folhetos informativos nos hemocentros de todos os estados da federação.“Nós temos que, de um lado, fazer com que as pessoas que já são doadoras mantenham esse hábito de generosidade, mas também outro grande desafio é fazer com que pessoas que nunca doaram passem a ser doadores”, enfatizou o ministro da Saúde.
Temporão destacou, ainda, que no Brasil faltam doadores pois a demanda cresce em proporções muito maiores.“O país precisa de um estoque estratégico de sangue para o atendimento das mais variadas patologias. Além disso, o sangue também é muito importante no seu fracionamento, de onde se tira imunoglobulinas e plasma, fatores de coagulação que também são utilizados no tratamento de outras doenças”. Para a chefe do setor de Hemoterapia do Instituto de Hematologia do Rio de Janeiro, Ester Lopes, a Campanha Nacional de Doação de Sangue é uma estratégia do governo para evitar a evasão de doadores em função da campanha de vacinação contra a rubéola, que será iniciada em 9 de agosto."
(Agência Brasil)
"Com o slogan “Ajudar está no sangue”, o Ministério da Saúde lançou, neste domingo, uma campanha para ampliar e tornar freqüente a doação de sangue no país.Segundo dados do ministério, no Brasil, apenas 1,8% da população adulta faz doações regulares de sangue, quando o ideal, conforme estabelecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS), é que de 3 a 5% da população de cada país seja doadora.Para divulgar a campanha, o Ministério da Saúde vai veicular filmes na televisão e nos cinemas e também spots em rádios das capitais e do interior dos estados. Também serão distribuídos folhetos informativos nos hemocentros de todos os estados da federação.“Nós temos que, de um lado, fazer com que as pessoas que já são doadoras mantenham esse hábito de generosidade, mas também outro grande desafio é fazer com que pessoas que nunca doaram passem a ser doadores”, enfatizou o ministro da Saúde.
Temporão destacou, ainda, que no Brasil faltam doadores pois a demanda cresce em proporções muito maiores.“O país precisa de um estoque estratégico de sangue para o atendimento das mais variadas patologias. Além disso, o sangue também é muito importante no seu fracionamento, de onde se tira imunoglobulinas e plasma, fatores de coagulação que também são utilizados no tratamento de outras doenças”. Para a chefe do setor de Hemoterapia do Instituto de Hematologia do Rio de Janeiro, Ester Lopes, a Campanha Nacional de Doação de Sangue é uma estratégia do governo para evitar a evasão de doadores em função da campanha de vacinação contra a rubéola, que será iniciada em 9 de agosto."
(Agência Brasil)
A FALTA DE ANESTESISTAS
A FALTA DE ANESTESISTAS PROVOCA NEGLIGÊNCIA NO ATENDIMENTO DE PACIENTES NO CARIRI
INTERIOR
A falta de médicos e superlotação dos hospitais do Cariri provocam uma crise no atendimento nos finais de semana.Na tarde de ontem(19), Adailson Salviano Barbosa, 24anos, lesionado com três disparos de arma de fogo, foi socorrido para o Hospital Tasso Jereissati.Lá, o atendimento foi recusado pela gravidade das lesões. Começou uma romaria para ser atendido.O paciente foi para o Santo Inácio onde permaneceu dentro da ambulância por um bom tempo.A direção também recusou receber Adailson por não dispor de anestesista. Sem escolha, a vítima foi levada para cidade de Barbalha, que, por sua vez, também não aceitou o paciente. Ele Retorna novamente para o Tasso Jereissati e ficou aguardando atendimento. A Prefeitura de Juazeiro do Norte foi comunicada do fato e em caráter emergencial autorizou que o mesmo fosse transferido para qualquer clínica particular. Por fim, o paciente foi transferido mais uma vez para o Hospital Santo Inácio.O poder público admite a falta de profissionais, pois o repasse de dinheiro para os serviços de saúdeestá em dia.
Por Marcellus Rocha,com informações do site Miséria
INTERIOR
A falta de médicos e superlotação dos hospitais do Cariri provocam uma crise no atendimento nos finais de semana.Na tarde de ontem(19), Adailson Salviano Barbosa, 24anos, lesionado com três disparos de arma de fogo, foi socorrido para o Hospital Tasso Jereissati.Lá, o atendimento foi recusado pela gravidade das lesões. Começou uma romaria para ser atendido.O paciente foi para o Santo Inácio onde permaneceu dentro da ambulância por um bom tempo.A direção também recusou receber Adailson por não dispor de anestesista. Sem escolha, a vítima foi levada para cidade de Barbalha, que, por sua vez, também não aceitou o paciente. Ele Retorna novamente para o Tasso Jereissati e ficou aguardando atendimento. A Prefeitura de Juazeiro do Norte foi comunicada do fato e em caráter emergencial autorizou que o mesmo fosse transferido para qualquer clínica particular. Por fim, o paciente foi transferido mais uma vez para o Hospital Santo Inácio.O poder público admite a falta de profissionais, pois o repasse de dinheiro para os serviços de saúdeestá em dia.
Por Marcellus Rocha,com informações do site Miséria
IJF ATENDEU 701 PACIENTES NO FIM DE SEMANA
IJF ATENDEU 701 PACIENTES NO FIM DE SEMANA
COTIDIANO
"O Instituto Dr. José Frota (IJF) realizou 701 atendimentos no fim de semana – compreendido de sexta-feira (18/07), às 19h, até segunda-feira (21/07), às 7h. Foram 126 tratamentos clínicos e 28 casos envolvendo acidentes com moto.O hospital recebeu ainda 26 pessoas vítimas de agressão física, 20 abalroamentos, 15 atropelamentos, 15 quedas de bicicleta, 40 quedas da própria altura, 06 casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e 32 casos de queimaduras. Foram 10 pacientes envolvidos em acidentes na prática de esportes ou ambiente esportivo, 08 acidentes de trabalho, 05 acidentes com animais, 13 lesões por arma branca e 12 por arma de fogo."
Fonte:Texto reproduzido do Portal Ceará Agora
COTIDIANO
"O Instituto Dr. José Frota (IJF) realizou 701 atendimentos no fim de semana – compreendido de sexta-feira (18/07), às 19h, até segunda-feira (21/07), às 7h. Foram 126 tratamentos clínicos e 28 casos envolvendo acidentes com moto.O hospital recebeu ainda 26 pessoas vítimas de agressão física, 20 abalroamentos, 15 atropelamentos, 15 quedas de bicicleta, 40 quedas da própria altura, 06 casos de Acidente Vascular Cerebral (AVC) e 32 casos de queimaduras. Foram 10 pacientes envolvidos em acidentes na prática de esportes ou ambiente esportivo, 08 acidentes de trabalho, 05 acidentes com animais, 13 lesões por arma branca e 12 por arma de fogo."
Fonte:Texto reproduzido do Portal Ceará Agora
Campanha partidária: entidades de classe devem participar?
Opinião ASSUNTO DA SEMANA
Campanha partidária: entidades de classe devem participar?
19/07/2008 14:13
Com o início da campanha política começa a exposição dos candidatos através do posicionamento sobre os mais variados temas. Uma das questões colocadas em períodos eleitorais é se é lícito uma entidade de classe envolver-se em uma campanha partidária. Há os que sustentam que uma entidade de classe, por ter filiados de várias concepções políticas, não pode ter opção partidária, além do mais, isso traria desgaste para sua liderança. Outros entendem que a opção pode ser feita sem prejuízos para a imagem da entidade.
INDEPENDÊNCIA
"As entidades de classe devem ficar totalmente fora de qualquer engajamento político partidário, sob pena de ser envolvida pelo "Sistema" tão eivado de vícios, e para não correr o risco de ser contaminada e perder sua indispensável independência".
ROBERTO MACÊDO - Presidente da FIEC
ALHEAMENTO
"As entidades de classe não podem ficar alheias aos problemas de natureza política, principalmente no que concerne às eleições para as representações legislativas nos três níveis governamentais. No Congresso Nacional, nas Assembléias Legislativas e nas Câmaras dos Vereadores são feitas as leis que regem o Estado democrático. Nas eleições para cargo executivo não podemos esquecer que as instituições são feitas pelos homens que a dirigem, daí a dificuldade de desassociá-los, o que deve ser perseguido obsessivamente pelo candidato".
JOSÉ RAMOS TORRES DE MELO FILHO - Presidente da Faec (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará)
ÉTICA
“Quando uma liderança de uma entidade de classe se dispõe a se envolver numa campanha partidária é necessário que ela esteja preparada para o desafio de, eventualmente, ter que conciliar as duas atividades, com maturidade e equilíbrio suficientes para não permitir que uma interfira na outra. Como cidadão comum, a minha convicção política independe das minhas atividades sindicais. A questão é ética. Não comprometendo a entidade que representa, qualquer líder classista pode participar de campanha eleitoral”.
TARCÍSIO DIAS - Presidente do Sindicato dos Médicos do Estado
do Ceará - Simec
MISSÃO
"Uma entidade de classe quer seja patronal ou laboral deve se manter à margem da política partidária até mesmo em respeito a missão para a qual foi criada. A legislação eleitoral é sábia quando determina o afastamento daqueles que participam de alguma instituição no sentido de garantir a isenção e a isonomia entre os concorrentes ao pleito. Portanto, ao cumprir o que determina a lei não vejo como haver desgaste para a imagem de qualquer entidade".
RÉGIS CAVALCANTE DIAS - Presidente em exercício da Fecomércio (CE).
DESCRÉDITO
As associações de classe são suprapartidárias e seus membros se reúnem em defesa de causas comuns e não por afinidades ideológicas e motivações político-partidárias. No entanto, estes são livres para se filiar a diferentes partidos políticos. O que não é admissível é que se utilize a imagem da entidade para fins pessoais, sejam políticos ou não. Do contrario, a entidade sofrerá descrédito, com prejuízo para o processo democrático, que exige movimentos sociais autônomos e representativos.
ROBINSON DE CASTRO E SILVA - Presidente do Centro Industrial do Ceará (CIC)
COMPROMISSO
“Quando o candidato tem definido que irá lutar para ampliar espaços para a classe que representa, na construção de uma sociedade mais justa e solidária, fortalece a entidade. Isso quando defende as mesmas bandeiras, tem a mesma visão do papel do Estado, das políticas públicas e do projeto na jornada pelo desenvolvimento. O movimento sindical apresenta através dos candidatos suas reivindicações e exige um compromisso público perante os trabalhadores”
JERÔNIMO DO NASCIMENTO - Presidente da CUT/Ceará
Campanha partidária: entidades de classe devem participar?
19/07/2008 14:13
Com o início da campanha política começa a exposição dos candidatos através do posicionamento sobre os mais variados temas. Uma das questões colocadas em períodos eleitorais é se é lícito uma entidade de classe envolver-se em uma campanha partidária. Há os que sustentam que uma entidade de classe, por ter filiados de várias concepções políticas, não pode ter opção partidária, além do mais, isso traria desgaste para sua liderança. Outros entendem que a opção pode ser feita sem prejuízos para a imagem da entidade.
INDEPENDÊNCIA
"As entidades de classe devem ficar totalmente fora de qualquer engajamento político partidário, sob pena de ser envolvida pelo "Sistema" tão eivado de vícios, e para não correr o risco de ser contaminada e perder sua indispensável independência".
ROBERTO MACÊDO - Presidente da FIEC
ALHEAMENTO
"As entidades de classe não podem ficar alheias aos problemas de natureza política, principalmente no que concerne às eleições para as representações legislativas nos três níveis governamentais. No Congresso Nacional, nas Assembléias Legislativas e nas Câmaras dos Vereadores são feitas as leis que regem o Estado democrático. Nas eleições para cargo executivo não podemos esquecer que as instituições são feitas pelos homens que a dirigem, daí a dificuldade de desassociá-los, o que deve ser perseguido obsessivamente pelo candidato".
JOSÉ RAMOS TORRES DE MELO FILHO - Presidente da Faec (Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Ceará)
ÉTICA
“Quando uma liderança de uma entidade de classe se dispõe a se envolver numa campanha partidária é necessário que ela esteja preparada para o desafio de, eventualmente, ter que conciliar as duas atividades, com maturidade e equilíbrio suficientes para não permitir que uma interfira na outra. Como cidadão comum, a minha convicção política independe das minhas atividades sindicais. A questão é ética. Não comprometendo a entidade que representa, qualquer líder classista pode participar de campanha eleitoral”.
TARCÍSIO DIAS - Presidente do Sindicato dos Médicos do Estado
do Ceará - Simec
MISSÃO
"Uma entidade de classe quer seja patronal ou laboral deve se manter à margem da política partidária até mesmo em respeito a missão para a qual foi criada. A legislação eleitoral é sábia quando determina o afastamento daqueles que participam de alguma instituição no sentido de garantir a isenção e a isonomia entre os concorrentes ao pleito. Portanto, ao cumprir o que determina a lei não vejo como haver desgaste para a imagem de qualquer entidade".
RÉGIS CAVALCANTE DIAS - Presidente em exercício da Fecomércio (CE).
DESCRÉDITO
As associações de classe são suprapartidárias e seus membros se reúnem em defesa de causas comuns e não por afinidades ideológicas e motivações político-partidárias. No entanto, estes são livres para se filiar a diferentes partidos políticos. O que não é admissível é que se utilize a imagem da entidade para fins pessoais, sejam políticos ou não. Do contrario, a entidade sofrerá descrédito, com prejuízo para o processo democrático, que exige movimentos sociais autônomos e representativos.
ROBINSON DE CASTRO E SILVA - Presidente do Centro Industrial do Ceará (CIC)
COMPROMISSO
“Quando o candidato tem definido que irá lutar para ampliar espaços para a classe que representa, na construção de uma sociedade mais justa e solidária, fortalece a entidade. Isso quando defende as mesmas bandeiras, tem a mesma visão do papel do Estado, das políticas públicas e do projeto na jornada pelo desenvolvimento. O movimento sindical apresenta através dos candidatos suas reivindicações e exige um compromisso público perante os trabalhadores”
JERÔNIMO DO NASCIMENTO - Presidente da CUT/Ceará
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