segunda-feira, 2 de julho de 2012

IJF atendeu 601 pacientes no fim de semana


A Prefeitura de Fortaleza, através do Instituto Dr. José Frota (IJF), realizou 601 atendimentos no último fim de semana – compreendido entre sexta-feira, 29 de junho, às 19h, até esta segunda-feira, 2 de julho, às 7h. O hospital atendeu 172 casos de violência no trânsito. Foram 102 acidentados de moto, 40 vítimas de colisões, 27 de atropelamentos e 3 abalroamentos.

O IJF recebeu, ainda, 10 vítimas de lesões por arma branca, 24 por arma de fogo e 32 de agressões físicas. Também chegaram ao hospital 33 vítimas de quedas da própria altura, 19 de queimaduras e 16 de picadas de animais peçonhentos.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

IJF atendeu 590 pacientes no fim de semana


A Prefeitura de Fortaleza, através do Instituto Dr. José Frota (IJF), realizou 590 atendimentos no último fim de semana – compreendido entre sexta-feira, 22 de junho, às 19h, até esta segunda-feira, 25 de junho, às 7h. O hospital atendeu 152 casos de violência no trânsito. Foram 90 acidentados de moto, 45 vítimas de colisões, 17 de atropelamentos. 

O IJF recebeu, ainda, 10 vítimas de lesões por arma branca, 19 por arma de fogo e 36 de agressões físicas. Também chegaram ao hospital 43 vítimas de quedas da própria altura, 26 de queimaduras e 5 de picadas de animais peçonhentos.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

IJF atendeu 522 pacientes no fim de semana


A Prefeitura de Fortaleza, através do Instituto Dr. José Frota (IJF), realizou 522 atendimentos no último fim de semana – compreendido entre sexta-feira, 15 de junho, às 19h, até esta segunda-feira, 18 de junho, às 7h. O hospital atendeu 135 casos de violência no trânsito. Foram 60 acidentados de moto, 39 vítimas de colisões, 28 de atropelamentos, 4 abalroamentos, 2 quedas de carro em movimento e 2 vítimas de capotamento. 

O IJF recebeu, ainda, 10 vítimas de lesões por arma branca, 25 por arma de fogo e 20 de agressões físicas. Também chegaram ao hospital 31 vítimas de quedas da própria altura, 14 de queimaduras e 13 de picadas de animais peçonhentos.

sábado, 16 de junho de 2012

Desafios para o próximo gestor de Fortaleza

ARTIGO 11/06/2012

Desafios para o próximo gestor de Fortaleza


    Iniciamos mais um período eleitoral no qual serão escolhidos futuros gestores e legisladores da quinta maior cidade do País. Não começamos bem. Nossas lideranças políticas, em geral, demonstram um pragmatismo que não condiz com a liturgia das funções que exercem. A busca por alianças ignora as afinidades e não se baseia em uma agenda programática para a Cidade. A sociedade deseja que os candidatos participem de debates sobre temas que impactam diretamente no cotidiano da população.Temos a maior densidade demográfica do País (Censo 2010). A especulação predatória de áreas nobres e a multiplicação de favelas resultam em um crescimento desordenado. O resultado: aumento da violência e caos na mobilidade urbana. Que candidato tem um plano diretor que discipline a ocupação do solo de forma que tenhamos um crescimento sustentável, mesmo contrariando interesses mercantilistas?Existe um descompasso entre o tamanho da frota de veículos e a expansão da malha viária, criando vários pontos críticos na Cidade. O resultado é o colapso do trânsito. Que candidato tem um plano de mobilidade urbana que melhore o transporte coletivo, compartilhe espaço para carros e motos, interligue ciclovias?A violência em Fortaleza cresceu em progressão geométrica. Estamos entre as dez capitais mais violentas do País. Temos o maior índice de homicídios de crianças e adolescentes do Nordeste. Que candidato tem uma política de estímulo ao primeiro emprego e de combate ao crack e à exploração sexual de menores?Temos a segunda pior educação básica do Estado e um número insuficiente de creches no Município. Apesar da razoável quantidade de escolas, a qualidade do ensino não é boa. Os professores convivem com total insegurança, muitos ameaçados por alunos. Que candidato tem um plano que reverta esta situação?Os gargalos na saúde são de conhecimento público. A atenção primária precisa melhorar os indicadores de saúde da população, diminuindo a morbimortalidade por doenças cardiovasculares e melhorando o acesso ao diagnóstico precoce e tratamento dos cânceres. A rede de hospitais secundários precisa ser ampliada. O crescimento populacional não se seguiu de um aumento na oferta de serviços ou leitos hospitalares. O resultado é a falta de acesso à assistência e o acúmulo de pacientes acomodados em macas nos corredores dos hospitais sob condições desumanas. Precisamos de, pelo menos, mais 100 leitos de UTI e 400 de retaguarda para suporte ao Instituto Dr. José Frota (IJF) e Hospital Geral de Fortaleza (HGF). Que candidato se propõe a debater estes problemas e que tenha no seu programa de governo a meta de implantar leitos resolutivos com equipamentos modernos e recursos humanos adequadamente remunerados? Neste eu votaria. 
Ferreira Filho
Médico e membro do Conselho de Leitores do O POVO

Computador

segunda-feira, 11 de junho de 2012

IJF atendeu 631 pacientes no fim de semana

A Prefeitura de Fortaleza, através do Instituto Dr. José Frota (IJF),realizou 631 atendimentos no último fim de semana – compreendido entresexta-feira, 8 de junho, às 19h, até esta segunda-feira, 11 de junho, às 7h. Ohospital atendeu 164 casos de violência no trânsito. Foram 87 acidentados demoto, 45 vítimas de colisões, 23 de atropelamentos, 6 abalroamentos, 2 quedasde carro em movimento e 1 vítima de capotamento.

O IJF recebeu, ainda, 11 vítimas de lesões por arma branca, 14 por armade fogo e 30 de agressões físicas. Também chegaram ao hospital 33 vítimas dequedas da própria altura, 18 de queimaduras e 12 de picadas de animaispeçonhentos.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

IJF atendeu 546 pacientes no fim de semana

A Prefeitura de Fortaleza, através do Instituto Dr. José Frota (IJF),realizou 546 atendimentos no último fim de semana – compreendido entresexta-feira, 1 de junho, às 19h, até esta segunda-feira, 4 de junho, às 7h. Ohospital atendeu 134 casos de violência no trânsito. Foram 78 acidentados demoto, 31 vítimas de colisões, 23 de atropelamentos, 1 abalroamento e 1 vítima decapotamento.

O IJF recebeu, ainda, 12 vítimas de lesões por arma branca, 28 por armade fogo e 24 de agressões físicas. Também chegaram ao hospital 42 vítimas dequedas da própria altura, 26 de queimaduras e 16 de picadas de animaispeçonhentos.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

IJF atendeu 581 pacientes no fim de semana

A Prefeitura de Fortaleza, através do Instituto Dr. José Frota (IJF),realizou 581 atendimentos no último fim de semana – compreendido entresexta-feira, 25 de maio, às 19h, até esta segunda-feira, 28 de maio, às 7h. Ohospital atendeu 148 casos de violência no trânsito. Foram 94 acidentados demoto, 24 vítimas de colisões, 23 de atropelamentos, 2 abalroamentos e 5 vítimasde capotamentos .
O IJF recebeu, ainda, 12 vítimas de lesões por arma branca, 21 por armade fogo e 15 de agressões físicas. Também chegaram ao hospital 41 vítimas dequedas da própria altura, 20 de queimaduras e 16 de picadas de animaispeçonhentos.

terça-feira, 22 de maio de 2012

IJF atendeu 637 pacientes no fim de semana

A Prefeitura de Fortaleza, através do Instituto Dr. José Frota (IJF),realizou 637 atendimentos no último fim de semana – compreendido entresexta-feira, 18 de maio, às 19h, até esta segunda-feira, 21 de maio, às 7h. Ohospital atendeu 155 casos de violência no trânsito. Foram 67 acidentados demoto, 42 vítimas de colisão, 31 de atropelamentos, 4 de capotamentos, 2 de abalroamentose 9 de quedas de carro em movimento.

O IJF recebeu, ainda, 11 vítimas de lesões por arma branca, 29 por armade fogo e 20 de agressões físicas. Também chegaram ao hospital 39 vítimas dequedas da própria altura, 8 de queimaduras e 12 de picadas de animaispeçonhentos.

ALERTA



Balaio Nacional

MP 568/12 coloca médicos em estado de alerta


Entidades de representação dos profissionais querem a alteração de pontos da regra para evitar a redução em 50% dos salários de 48 mil médicos da rede federal


Os conselhos de medicina de todo o país estão em alerta por conta da edição da Medida Provisória 568/2012, pelo Governo Federal. A regra, editada em 11 de maio, visa equiparar os salários dos servidores federais. No caso dos médicos, ela tem um efeito perverso, pois reduz em 50% os vencimentos dos profissionais da área em nível federal, tanto ativos, quanto inativos. O problema afeta perto de 48 mil servidores e já causa protestos em vários estados. Para o presidente em exercício do Conselho Federal de Medicina (CFM), Aloísio Tibiriça Miranda, as entidades médicas e os profissionais devem acompanhar de perto a tramitação da proposta e sensibilizar os parlamentares e os gestores sobre a necessidade de modificá-la.


“Essa medida desconsidera a Lei 3999, que desde 1961 determina uma carga horária semanal de 20 horas para médicos, diferente dos demais servidores, cuja carga é de 40 horas. O texto também não leva em conta a Lei 9436, de 1997, que permite aos médicos que já trabalham 20 horas solicitar outras 20 horas, ficando com um total de 40 horas semanais e estendendo integralmente tal benefício à aposentadoria e às pensões. Ou seja, há distorções que precisam de correção”, ressalta Miranda.


A MP tenta compensar as perdas ao criar a Vantagem Pessoal Nominalmente Identificada (VPNI), que corresponde à diferença entre os salários anteriores e a nova tabela. No entanto, a VPNI terá um valor fixo, e dele será descontado reajustes regulares e adicionais de progressão, afetando inclusive aposentados e pensionistas. A VPNI também absorverá os adicionais de insalubridade e periculosidade da categoria.


Segundo a presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj), Márcia Rosa de Araújo, a MP 568/2012 traz enormes prejuízos para a assistência oferecida pela rede pública. “Já é cada vez mais difícil atrair médicos para o SUS por conta da falta de estrutura e dos baixos salários, e agora criam mais esse empecilho. Essa Medida prejudica a população”, alerta.


Para entender melhor a MP 568/2012, confira abaixo alguns destaques e esclarecimentos feitos com base no texto da regra publicada no Diário Oficial da União:


1. O governo federal publicou a Medida Provisória 568 que trata de alterações em planos de carreira, tabelas salariais e gratificações para dezenas de categorias em diversos órgãos públicos.


2. A maioria das medidas traz benefícios de pequeno impacto econômico, como é o caso dos docentes das universidades federais, que terão um aumento médio entre 4 e 5%. Em geral, refletem meses de negociação entre o Ministério do Planejamento e os respectivos sindicatos.


3. Sem nenhum debate prévio com qualquer entidade, nos artigos de 42 a 47, as tabelas salariais de todos os médicos civis do serviço público federal são reduzidas em 50%.


4. Os médicos têm carga horária semanal de 20h semanais há mais de 50 anos, e todas as tabelas estão nessa base. De acordo com a Lei 9.436/97, podem optar por 40h semanais, recebendo como se fossem duas situações de 20h, e com o direito de estender seus vencimentos aos benefícios de aposentadoria e pensão.


5. O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão alega que é necessário equiparar as tabelas dos médicos às dos demais profissionais de nível superior, o que significa passar as atuais tabelas de 20h para 40h sem ajuste dos vencimentos, quer dizer, os reduz à metade.


6. A MP 568 não extingue o regime de 20h, mas lhe atribui metade do valor da nova tabela de 40h, já reduzida à metade, de modo que também corresponderá a 50% do valor atual.


7. As medidas se estendem aos atuais aposentados e pensionistas.


8. Como a Constituição não admite redução de salários ou vencimentos, a MP 568 institui a Vantagen Pessoal Nominalmente Identificada (VPNI), que corresponde à diferença entre a tabela atual e a nova. Assim, aproximadamente metade do valor percebido pelos médicos federais será transformada em VPNI.


9. Quaisquer reajustes de tabelas salariais, aumentos por progressão funcional ou titulação a que o médico, na ativa ou aposentado, fizer jus serão descontados dessa Vantagem Individual, de modo que seus vencimentos ficarão congelados até que o valor corresponda a 50% da tabela original. Por exemplo, o título de mestrado pode valer 50% de gratificação sobre o vencimento básico, na carreira das universidades, e simplesmente não gerar qualquer impacto, além da redução da VPNI.


10. A medida afeta mais de 42 mil médicos ativos e inativos do Ministério da Saúde e 6.400 ativos do MEC e outros, de inúmeras instituições.

Leia a íntegra da Medida Provisória 568/2012
Esclarescimentos sobre pontos da proposta