quinta-feira, 28 de maio de 2009

Pessoal do IJF ameaça greve

Servidores do Instituto Doutor José Frota (IJF) fazem assembleia geral a partir das 18 horas desta quinta-feira. A categoria vai decidir se entra em estado de greve. Segundo o Sindifort, que representa os servidores municipais, o pessoal do IJF reivindica aumento salarial de 13%, além da reformulação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários entre várias outras pedidas.A categoria avisa: se vier a greve, o que dependerá de conversa com a Prefeitura, manterá apenas os serviços de urgência. Mas isso, a partir das 7 horas da terça-feira.
fonte: Blog do Eliomar

segunda-feira, 25 de maio de 2009

IJF: 915 pacientes atendidos no final de semana

"O Instituto Doutor José Frota (IJF) divulgou boletim dos atendimentos realizados entre às 19h de sexta-feira passada e às 7h da manhã desta segunda-feira. O hospital atendeu 87 casos de violência no trânsito, 31 acidentados de moto, 35 vítimas de abalroamentos, 13 de atropelamento, cinco quedas de bicicleta, dois capotamentos e uma queda de automóvel em movimento.Houve ainda 21 vítimas de agressão física, 11 de lesão por arma branca e 16 por arma de fogo. Cinquenta e seis pessoas foram vítimas de queda, 18 de queimaduras e 10 vítimas de picadas de animais peçonhentos. Houve ainda seis atendimentos de acidentes na prática de esportes, além de 16 vítimas de acidentes de trabalho."
Fonte:Portal Jangadeiro Online

terça-feira, 19 de maio de 2009

IJF atendeu 915 pacientes no fim de semana

"A Prefeitura de Fortaleza, através do Instituto Dr. José Frota (IJF), realizou 915 atendimentos no último fim de semana – compreendido entre sexta-feira (15), às 19h, até esta segunda-feira (18), às 7h. O hospital atendeu 89 casos de violência no trânsito. Foram 43 acidentados de motos, 9 vítimas de abalroamentos, 20 de atropelamento, 11 quedas de bicicleta, 3 capotamentos, 3 queda de carro em movimento.

O IJF recebeu ainda, 41 vítimas de agressão física, 17 de lesão por arma branca e 19 por arma de fogo. Também chegaram ao hospital, 51 vítimas de queda da própria altura, 40 de queimaduras e 14 vítimas de picadas de animais peçonhentos. Foram atendidos ainda, 11 pacientes envolvidos em acidentes na prática de esportes ou ambiente esportivo, além de 24 vítimas de acidentes de trabalho.

O IJF, maior hospital de urgência e emergência do Estado e maior hospital de gestão municipal do País, é referência no atendimento a traumas. É importante que a população atente para o fato de que apenas os casos de alta complexidade devem ser encaminhados ao IJF."

Fonte:Portal Jangadeiro Online

sábado, 9 de maio de 2009

Prefeitos favoráveis ao hospital metropolitano

NOTÍCIAS"Quatro prefeitos da Região Metropolitana de Fortaleza foram, na tarde de ontem, conhecer de perto o empreendimento que poderá vir a ser o hospital da RMF. “Além de já está todo pronto, o prédio pode ser adquirido a um preço razoável”, disse o prefeito de Maracanaú, Roberto Pessoa, Segundo ele, conforme as negociações em curso com o governo do Estado, o hospital dos donos da Clínica Radiológica Bogus Boyadjian pode ser comprado por R$ 53 milhões e passar a atender pelo Sistema Único de Saúde pacientes de 12 municípios da RMF, exceto Fortaleza.O prefeito de Guaiúba, Marcelo Fradine, também defendeu o fechamento das negociações entre o governo e o grupo Bogus Boyadjian, argumentando a urgência de um hospital para atender os pacientes da RMF, e assim desafogar o Hospital Geral de Fortaleza e o Instituto Dr. José Frota (IJF). Participaram, ainda, da visita, os prefeitos de Horizonte, Manuel Gomes de Faria, e o de Pacatuba, Zezinha Cavalcante.Desafogar o Hospital Geral de Fortaleza e o Instituto José Frota (IJF), reduzindo as cenas caóticas de pacientes nos corredores, muitas vezes em macas, à espera de atendimento. Essa foi a meta da Secretaria da Saúde do Estado, explica o titular da pasta João Ananias, ao sugerir ao governador Cid Gomes a aquisição pelo Estado de um hospital particular para atender aos pacientes dos municípios da Região Metropolitana.No momento, o governo do Estado aguarda a confirmação do Ministério da Saúde de que arcará com 50% das verbas de custeio do novo hospital para colocar a unidade em funcionamento. Entretanto, mesmo antes do impasse com o Ministério ser resolvido, a idéia de implementação desse projeto em hospital dos mesmos donos da Clínica Radiológica Bogus Boyadjian vem suscitando questionamentos.Sua localização — na Avenida Rui Barbosa na altura do cruzamento com a Rua Rocha Lima — tem motivado restrições. “Precisamos desse e de, pelo menos, mais três ou quatro hospitais”, disse o deputado estadual Heitor Férrer, autor da propositura de audiência pública na Assembléia Legislativa para a debater a questão.Aprovada na Comissão de Saúde da AL, a audiência pública ficou marcada para o dia 10 de junho próximo. “Até lá, acho que o governador não deveria tomar nenhuma decisão”, diz o parlamentar do PDT, que lembra já ter sido um fervoroso adepto da idéia do funcionamento do Hospital Metropolitano nessa unidade do grupo Bogus Boyadjian .“Isso até surgirem as críticas apontando que há naquela área um trânsito muito congestionado”, disse Férrer, adiantando ainda que para a audiência pública serão convidados técnicos da área de trânsito, diretores do hospitais, entidades de classe, políticos e médicos, dentre outras pessoas. O fato é que os prefeitos da RMF, a urgência na resolução dos problemas da saúde é maior que o caos no trânsito na citada área."
Fonte:Diário do Nordeste

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Heliponto é necessário

De acordo com o diretor executivo do IJF, médico Grijalva Costa, o “heliponto é algo absolutamente necessário" para facilitar a chegada de pacientes em estado grave ao hospital. Atualmente isso só é possível, com a aterrisagem de helicópteros na praça Clóvis Bevilácqua. No entanto, ele diz que a ação da forma como vem sendo realizada é de altíssimo risco, pelo fato da praça ter árvores, muitas residências e prédios nas proximidades. Costa explica que uma rajada de vento pode afetar a aterrisagem, colocando em risco a vida dos operadores e paciente transportado. "Com o heliponto o paciente crítico será trazido diretamente ao hospital, dando agilidade ao atendimento". reforça. Conforme o diretor, situações com pacientes graves trazidos por helicópteros são comuns na rotina do hospital. "São entre três a cinco transferências mensais", afirma.

sábado, 2 de maio de 2009

IJF REGISTRA 1.512 ACIDENTES COM MOTOS NOS QUATRO MESES DE 2009

"As estatísticas mostram a gravidade dos acidentes de trânsito no Interior do Ceará e na Região Metropolitana de Fortaleza. Um levantamento feito pelo Instituto José Frota e revelado, nesta sexta-feira, pelo ouvidor-geral do hospital, José Neozan Teixeira, mostra que, nos primeiros quatro meses do ano, foram registrados 1.512 acidentes com motos no Ceará. Os números contribuíram para o IJF lançar, hoje (1), a campanha Trânsito - Um Problema de Saúde Pública."
Fonte:Portal Ceará Agora

domingo, 26 de abril de 2009

ACIDENTES DE TRABALHO NO CEARÁ CRESCEM 38,1% EM UM ANO

"Entre os anos de 2006 e 2007, o número de acidentes de trabalho no Ceará cresceu 38,1%, segundo dados do Ministério da Previdência Social. Em 2006, o Estado registrou 5.965 acidentes de trabalho. Em 2007, o número de ocorrências saltou para 8.241. O percentual foi superior ao registrado no País, no mesmo período: 27,4%. Em 2006, ocorreram no Brasil 512.232 acidentes de trabalho, número que chegou a 653.090 no ano seguinte. Para alertar a sociedade para a gravidade deste problema, uma solenidade no Instituto Dr. José Frota (IJF) marcará, na próxima terça-feira, a partir das 9 horas, o Dia Mundial de Saúde e Segurança no Trabalho. O evento será aberto com um ato em memória às vítimas de acidentes de trabalho. Em seguida, o procurador do Trabalho Carlos Leonardo Holanda Silva (titular no Ministério Público do Trabalho no Ceará da Coordenadoria Nacional de Defesa do Meio Ambiente de Trabalho-Codemat) e representantes do IJF, da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE) e da Previdência Social vão falar sobre o cenário dos acidentes e doenças relacionadas ao trabalho no Ceará, desafios e perspectivas. A mesa-redonda será coordenada pela Secretaria de Saúde do Estado. A iniciativa tem como objetivos sensibilizar e informar sobre a notificação de acidentes e doenças relacionadas ao trabalho na rede SUS, difundir a estratégia da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (Renast), do Ministério da Saúde, para implantar a Rede Sentinela em Saúde do Trabalhador no País e, especificamente, no Ceará, além de discutir políticas de saúde e segurança no trabalho no Estado.Carlos Leonardo ressalta que os acidentes de trabalho e as doenças relacionadas ao trabalho provocam impactos sociais, econômicos e na saúde pública. "Além dos milhares de casos que resultam em morte de trabalhadores, outros milhares são afastados anualmente de suas atividades, temporária ou definitivamente", observa. Ele menciona que, em 2006, o Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) desembolsou mais de R$ 10,5 bilhões em benefícios devido a acidentes e doenças do trabalho e em aposentadorias especiais decorrentes das condições ambientais de trabalho. Os dados oficiais da Previdência apontam que, somados os gastos com o custo operacional do INSS e as despesas na área da saúde e afins, o custo atinge mais de R$ 39 bilhões."
(Site do MPT)

HELIPONTO DO IJF COMEÇA A SAIR DO PAPEL


Peças que vão ser içadas neste domingo.O Instituto Doutor José Frota (IJF) vai ganhar, finalmente, seu tão sonhado e necesário heliponto. Neste domingo, a partir das 5h30min, vigas mestras de sustentação do heliponto serão içadas até o nono andar do Hospital. Há quase um ano, a empresa responsável pela obra estava produzindo as peças de cerca de duas toneladas e meia que, num prazo de cinco meses, prometem garantir, de maneira mais ágil, a chegada de pacientes em estado grave ao IJF. A Autarquia Municipal de Trânsito estará mobilizada para, a partir das primeiras horas de domingo, fechar as ruas Antônio Pompeu e Senador Pompeu na altura do hospital para garantir tranquilidade no içamento das peças.O heliponto está orçado em R$ 4 milhões, que foram obtidos por meio de uma emenda parlamentar.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Aposentadoria especial - STF

Recortado hoje do site do STF:

Quarta-feira, 15 de Abril de 2009

STF permite aplicação de lei da Previdência Social para concessão de aposentadoria especial a servidores
Nesta quarta-feira (15), o Supremo Tribunal Federal (STF) permitiu que pedidos de aposentadoria de servidores públicos que trabalham em situação de insalubridade e de periculosidade sejam concedidos de acordo com as regras do artigo 57 da Lei 8.213/91, que regulamenta a aposentadoria especial de celetistas. Os pedidos devem ser analisados caso a caso e dependem de o interessado provar que cumpre os requisitos legais previstos para a concessão do benefício.
A decisão seguiu precedente (MI 721) do Plenário que, em agosto de 2007, permitiu a aplicação da norma a uma servidora da área da saúde. Ela teve sua aposentadoria negada por falta de regulamentação do dispositivo constitucional que permite a aposentadoria especial no caso de trabalho insalubre e de atividades de risco.
A regra está disposta no parágrafo 4ª do artigo 40 da Constituição Federal, mas depende de regulamentação. Por isso, pedidos de aposentadoria feitos por servidores públicos acabam sendo rejeitados pela Administração. Para garantir a concessão do benefício, o Supremo está permitindo a aplicação da Lei 8.213/91, que regulamenta a concessão de benefícios da Previdência Social.
Ao todo, foram julgados 18 processos de servidores, todos mandados de injunção, instrumento jurídico apropriado para garantir o direito de alguém prejudicado diante da omissão legislativa na regulamentação de normas da Constituição. Nesta tarde, os ministros decretaram a omissão legislativa do presidente da República em propor lei que trate da matéria, que está sem regulamentação há mais de 10 anos.
A Corte também determinou que os ministros poderão aplicar monocraticamente essa decisão aos processos que se encontram em seus gabinetes, sem necessidade de levar cada caso para o Plenário.
RR/LF

segunda-feira, 13 de abril de 2009

IJF mantém média de atendimentos


Feriado
IJF mantém média de atendimentos
Enquanto nos frotinhas o movimento era calmo, no IJF os corredores estavam apinhados de pacientes no domingo de manhã. O feriado violento refletiu na emergência do único hospital de alta complexidade da rede pública. Não havia mais vagas na enfermaria

Mariana Toniattida Redação1
3 Abr 2009 - 00h38min

Nos corredores da emergência do Instituto Dr. José Frota (IJF), pelo menos 40 pacientes aguardavam uma vaga na enfermaria no domingo de manhã. A maioria com traumas de face. O feriado da Páscoa foi violento no IJF. O número de atendimentos das 7 horas de sexta-feira até às 10 horas de domingo, 789, é a média de um fim de semana normal. A quantidade de pessoas atendidas devido à lesões por armas de fogo, 12; e de acidentes com moto, 33, também foi a de um plantão normal do IJF. Entre os dias 13 e 15 de março, por exemplo, foram registrados 11 lesões por arma de fogo e outras 35 pessoas atendidas por acidentes de moto. O movimento se intensificou a partir de sexta-feira à noite. “Tivemos muitos casos de arma de fogo que normalmente provocam lesões graves. O hospital está cheio”, afirma Vânia Ponte, chefe dos plantões de quinta a sábado. A chegada de pacientes do Interior com problemas menos complexos sobrecarregou ainda mais o IJF. “Tem paciente vindo direto, sem passar pela Central de Regulação de Leitos. São casos que podem passar pelos frotinhas”, diz Vânia. No domingo, depois das 10h30min, o IJF começou a receber pacientes do Frotinha da Messejana que precisavam de raio-x. A máquina da unidade de Messejana acabara de quebrar. Por lá o movimento no feriado foi calmo, menor que num fim de semana normal, de acordo com o chefe da equipe de plantão no domingo, Madison Mont’Alverne. “Foi bom terem mantido alguns postos abertos. Fez diferença. “, diz Madison. Francisco Carlos Leite, 26, fez o raio-x (quando a máquina ainda funcionava) e foi atendido em uma hora. “Bem mais rápido do que imaginava”. A espera na urgência de pediatria era a mais longa. Muita gente ignorou os postos abertos e foi direto para o hospital. Foi o que fez Iramice dos Santos Silva. Ela sabia que o posto perto de casa estava funcionando, mas preferiu o frotinha. “Vim pra cá porque lá já sei que vai ser uma demora danada”, justifica. Ela aguardava há 30 minutos com o filho de quatro anos que estava com febre. No Frotinha da Parangaba a sala de espera também estava vazia. “O período mais agitado foi no sábado à tarde. Teve muito atendimento de trauma. Nesse domingo de manhã, o atendimento cirúrgico está mais movimentado. Chegou um rapaz com um tiro, gente com corte, coisas de bebedeira”, diz a chefe do plantão administrativo, Ivoneide Mendonça.